sábado, 11 de setembro de 2010

viagens férreas I

Sentado junto à porta do combóio, defines o teu lugar como sendo um diferente, talvez porque os teus padrões não se enquadram nos comuns. Qual é o teu destino? Pergunto-me para onde vais, nem sei porquê.
Com o teu pensamento fora de ti próprio, talvez tão longe de ti que preferiste abandoná-lo. E quando nos abandonamos a nós próprios.. quando esse silêncio tão díficil se apodera de ti, torna-se muito mais fácil criar vozes que falem contigo.
Criar gestos que te defendem de ti próprio e que ao mesmo tempo nos fazem olhar para ti.
E foi assim que olhei para ti.

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