quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

azul

Sinto-me tão levezinha... Parece que levito devagar como se algo me absorvesse, mas ao contrário. Como se um silêncio cumplice se apoderasse de mim e me fizesse parar para reparar na nesga turquesa do céu gigante.
Como se tudo à minha volta pairasse muito abaixo de mim, que cada vez voo mais alto, que danço nas copas das árvores, e sussuro no ponto de convergência entre o horizonte e o céu: TU.
Que deste um rumo ao mar tão revolto e imenso, mas sempre AZUL.

2 comentários:

  1. Esse mar revolto que dizes eu ter dado um rumo, quero preenchê-lo conosco... Para sempre, navegarmos por entre as particulas de água dele.

    O azul do mar, do céu, o nosso azul. Somos azul :)




    gosto tanto de ti*

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  2. Maggie é uma maldade não vires aqui mais vezes deixar coisas da alma, porque escreves com muito sentimento e reconheço-te a maior naturalidade ao fazê-lo.
    Estás intimada a dar ao dedo no teclado.
    Beijinho

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